Acenei com a cabeça e dei um sorriso.
Não lhe perguntei como essa linha seria.
Apenas imaginei uma linha reta.
Hoje percebo o quanto estava equivocada.
A linha da minha vida não é reta e muito menos continua.
É entre desvios, ciclos, recuos, rupturas, nós e atalhos... que traço minha existência.
Um emaranhado de fios de lã vermelhos que são gastos conforme minhas escolhas.
Agora me sento a desatar os nós.
Mas há alguns tão apertados que não podem ser desfeitos.
Enquanto isso, penso em um modo de seguir o trajeto.
E mesmo sabendo que planejar é apenas imaginar.
Sigo sonhando.
Danielle do Carmo
E sonhar é tão bom...
ResponderExcluirBelo texto, bela minha.